A turminha do barulho voltou!

Essa turminha não passa na Sessão da Tarde (me senti muito idiota escrevendo isso) mas é muito conhecida entre os leitores de mangá. Voltou a ser publicado o mangá que me apresentou ao mundo “esse é meu jeito ninja de ser”, Love Hina! Yay!

love_hina

Ah, Love Hina não tem nada a ver com ninja, tá!

Se quiser saber logo qual é a história do mangá, pula para depois da foto… se não, lê aí sobre o meu primeiro encontro com esse grupo daora.

Muitas coisas eu não guardo na cabeça porque minha memória é meio restrita. Só lembro de coisas recentes ou de coisas marcantes… e mesmo assim ainda é meio falha. E acho que Love Hina foi uma das coisas que me marcou porque eu lembro exatamente onde estava, com quem estava e o que pensei naquela hora. Numa banca, vi um mangá de capa vermelha que me chamou a atenção. Era o número 10 de Love Hina. Eu não sabia absolutamente nada sobre a história (na verdade, nem sobre mangá, porque esse foi o primeiríssimo que comprei) mas achei o traço do desenho tão bonito e bem feito que resolvi levar para ver se era bom. Se eu não gostasse, pelo menos eu poderia usar as folhas para encapar algum caderno feio. Mas os personagens e o enredo me cativaram e fui atrás dos outros volumes em lojinhas na Liberdade e passei a acompanhar feliz as trapalhadas da pensão Hinata. Até o dia que chegou o último volume, eu li até o final e chorei. Sim, eu C H O R E I!  E pensando hoje, consegui levantar 3 motivos:

1 – Eu era uma adolescente retardada;

2 – Aconteceu uma coisa óbvia e emocionante na história; e

3 – Tive a sensação bizarra de perda.

Sempre que termino um livro, um mangá ou uma série que gosto muito, fico chateada porque não verei novas histórias dos personagens, como se eles tivessem ido embora, ou pior, morrido!

Domo-kun curte Love Hina

Domo-kun curte Love Hina

Enfim… voltando ao principal…

A editora JBC já havia lançado a série em 28 volumes entre os anos de 2002 e 2003, e anunciou o relançamento em 14 volumes, seguindo o formato de tankobon, a partir de abril desse ano. O animê da série já foi exibida no canal Cartoon Network em 2006, no bloco Toonami.

Love Hina conta a história de Keitarô Urashima, um estudante de vestibular que é convocado pela avó para cuidar do seu pensionato feminino enquanto ela “foge” para viajar pelo mundo. Lá, Keitarô faz amizade com as moradoras e se mete em várias encrencas envolvendo as garotas. “Rabu Hina” é um mangá bem leve, é engraçado, tem um pouco de romance, um draminha, e um pouco de calcinha e saias esvoaçantes para quem curte hahah

Dogsauro – O cachorro fashion

Até um tempo atrás eu tinha um pé atrás com o eBay. Tinha medo de comprar e não chegar, ou do vendedor ser sacana… Mas depois de ler muitos posts sobre compras internacionais e entregas com sucesso, resolvi me arriscar com um produto baratinho e bobo… uma roupinha para o meu cachorro ahahah

Fonte: eBay

Sempre achei muito fofinho cachorro enfeitado com roupinha, lacinho, gravatinha… então quando vi essa roupinha de dinossauro, eu pirei, tinha que ter!

Tô bonitão?

Tô bonitão?

Pena que a touca não ficou legal, cobre até os olhinhos do Gohan. Acho que uma costureira consegue dar um jeito nisso (ou eu mesma, com minha “noção” de corte e costura).

Comprei com o vendedor 99-cent e paguei US$ 7,50, com frete grátis ( adoro free shipping, yay!) e demorou mais ou menos 1 mês para chegar. O material é bom, meio flaneladinho e é bem costurado, fechando com 3 botões no peitinho.

Na página da roupinha tem uma tabela com as medidas para escolher o melhor tamanho, e me baseei nela para pedir. O dificil foi segurar o Gohan para usar a fita métrica hahah

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